
Mais que os tesouros sua beleza em mim provoca,
Ó dama inocente,
O desejo de robar-lhe
Fazer-lhe indecente.
Cada traço sutil
E o olhar infantil
Faz-me contemplá-la com um espírito louco,
Ardente e torto.
Suas pernas alongadas e os dedinhos esguios,
Traduzem a imponência de quem espanta o frio
Para bem longe das almas indoutas,
Absortas pelos delírios de amor.
Mas mesmo que eu tente, esforce-me ou fale...
Por mais que eu grite por esse ardor que me redime,
Jamais poderei explicar as perfeições de suas formas;
A delicadeza de seu toque;
O teu rosto como enfoque.
Outras eras chamar-me-iam mentiroso,
Por delimitar o sobe e desce
De teu corpo sinuoso.
Ter-me-iam como sonhador,
Pois traduzi com maestria
A magnificência do que é o esplendor.
Ó Terra dadivosa, quão feliz tu foras
Ao receber esta carícia.
Ela é linda.
Fulgente.
Chamam-na de Patrícia.
Ó dama inocente,
O desejo de robar-lhe
Fazer-lhe indecente.
Cada traço sutil
E o olhar infantil
Faz-me contemplá-la com um espírito louco,
Ardente e torto.
Suas pernas alongadas e os dedinhos esguios,
Traduzem a imponência de quem espanta o frio
Para bem longe das almas indoutas,
Absortas pelos delírios de amor.
Mas mesmo que eu tente, esforce-me ou fale...
Por mais que eu grite por esse ardor que me redime,
Jamais poderei explicar as perfeições de suas formas;
A delicadeza de seu toque;
O teu rosto como enfoque.
Outras eras chamar-me-iam mentiroso,
Por delimitar o sobe e desce
De teu corpo sinuoso.
Ter-me-iam como sonhador,
Pois traduzi com maestria
A magnificência do que é o esplendor.
Ó Terra dadivosa, quão feliz tu foras
Ao receber esta carícia.
Ela é linda.
Fulgente.
Chamam-na de Patrícia.
